“A cada uma hora, uma pessoa com deficiência é agredida”, alerta vereador Sargento Byron

Pela primeira vez na história, o Atlas da Violência registrou os casos de violência contra a pessoa com deficiência. Segundo dados divulgados na terça-feira, 31, a cada hora uma pessoa com deficiência sofre algum tipo de agressão. Em suas redes sociais, o vereador de Aracaju, Sargento Byron (Republicanos), reforçou, nesta quarta-feira, 1º, a importância da inserção dos dados no documento e aproveitou para chamar a atenção da população para os casos na capital sergipana.

De acordo com os números divulgados, o grupo que mais sofre agressão é o que tem deficiência intelectual com 36,2 ocorrências para cada 10 mil pessoas com essa condição. O segundo grupo é de pessoas com deficiência física e o terceiro com deficiência auditiva, que representam 11,4 e 3,6, respectivamente. O tipo de violência mais notificado contra deficientes é a violência física, presente em 53% dos casos, seguida de violência psicológica (31%) e negligência/abandono (29%).

Uma das principais pautas do mandato do vereador é a defesa dos direitos da pessoa com deficiência. De acordo com Byron, o mês de setembro é muito importante por ser reconhecido como o mês de Luta em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. “Vamos aproveitar essa data afirmativa para tratarmos sobre esse e muitos outros temas. Precisamos, urgentemente, protagonizar essas pautas que, muitas vezes, são invisibilizadas.  A cada hora, uma pessoa com deficiência é agredida. E somente em 2021 esses números foram incluídos nesse documento tão importante. Por aí a gente consegue mensurar o quanto os desafios  são muito grandes. Precisamos enfrentar a violência contra a pessoa com deficiência e muitos outros crimes que ocorrem, diariamente, contra essa parcela da população”, reforçou.

Para mudar a realidade, o parlamentar reforçou a necessidade da criação de políticas públicas e da atuação em conjunto do poder público, iniciativa privada e do terceiro setor. “Precisamos comemorar a coleta de dados sobre PcD no Atlas da Violência, pois eles são muito importantes para buscarmos políticas públicas que disseminem informações de conscientização, previnam possíveis situações de violência e acolham essa parcela da população. Mais do que nunca, é necessária a atuação conjunta dos diversos setores para que possamos enfrentar esse mal social”.

Foto: Jamisson Souza
Por Pábulo Henrique, assessor de imprensa

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