Consciência Negra: Maria do Carmo afirma que a mulher é a mais afetada

Neste sábado é celebrado em todo Brasil o Dia da Consciência Negra, mas, para a senadora, ainda não há muito o que se comemorar

“Infelizmente, em nosso país, ainda acontecem muitos atos de racismo. Existe uma desigualdade social muito grande e, quando analismos as estatísticas percebemos que a população negra é sempre a que está mais vulnerável, principalmente na área da educação, ou nos índices de violência. Isso precisa acabar. Somos todos iguais, independentemente de raça ou cor da pele”.

A declaração é da senadora Maria do Carmo Alves (DEM), ao lembrar que nesta data, 20/11, é celebrado em todo Brasil o Dia da Consciência Negra. A parlamentar levou em conta um levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, que apontou que em relação à violência psicológica, além de ela ser mais incidente entre as mulheres (25,9%) do que entre os homens (21,7%), também é mais comum na população preta (25,3%), do que na população branca (20,9%).

Esse mesmo levantamento aponta que 20,8% da população preta afirmou ter sofrido algum tipo de violência, diante de 16,4% da população branca e 25,8% da população parda, em 2019. Em relação a área da Educação, dados da PNS de 2019, mostram que 8,4% do total da população preta ou parda tinha ensino superior completo.

Em contrapartida, 16,2% do total da população branca tinha esse ensino completo. “Lamentavelmente, as pesquisas do IBGE nos mostram que não há muito o que se comemorar neste dia da Consciência Negra em nosso país”, destacou Maria do Carmo Alves.

 

 

 

 

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