Dedicação é marca da atuação de terapeutas ocupacionais no Cemar Siqueira Campos

Neste domingo, 19, é comemorado o dia mundial do profissional da terapia ocupacional, uma profissão da área da Saúde voltada às atividades humanas. Em Aracaju, terapeutas que atuam no Centro Especializado em Reabilitação (CER II) da Prefeitura de Aracaju, localizado no bairro Siqueira Campos, explicam porque se doam a esse profissão.
“A minha vida é aqui dentro com essas crianças e com as famílias delas”, conta a terapeuta ocupacional Margareth Araújo, que trabalha nessa área há 19 anos e hoje atua no CER II. Os serviços de terapia são indicados para melhorar o desempenho funcional, prevenir incapacidade e atraso de desenvolvimento.
A rotina de Margareth é parecida com a das outras quatro profissionais que trabalham nesse centro de especialidades do município. “Eles são como nossos filhos e não têm como ser diferente. A gente fica praticamente o dia todo aqui. Nós conhecemos cada reação das crianças”, enfatiza Margareth.
Esse conhecer passa pela experiência do ajudar. Cada profissional se doa ao máximo, na busca pela evolução diária, e cada avanço do paciente é uma conquista. “Como a gente trabalha com muitas crianças com comprometimento neurológico, cada avanço é uma vitória. Até um dedo que mexa é motivo de orgulho. Cada paciente é único, traz consigo uma história e um exemplo de vida”, afirma a terapeuta ocupacional.
Doação
Todo o acompanhamento é feito com dedicação. Não é a toa o sorriso das crianças que recebem o atendimento no Centro Especializado. “Aqui nossos filhos são bem cuidados e a gente fica satisfeito com o resultado. Eu costumo dizer que as terapeutas fazem parte da nossa família”, diz Andréia dos Santos, mãe de dois filhos atendidos no CER.
Em 2019, mais de 2.400 pacientes foram atendidos no CER e a gerente do serviço, Milena Amaral, afirma que a participação da família é importante para o progresso do paciente. “Essa relação da família com o profissional é necessária para a eficácia da recuperação, pois o tratamento continua em casa com os pais ou algum parente. O trabalho é uma somação de esforços de todos”, afirmou.
Mirna Murraya Cavalcante trabalha como terapeuta ocupacional há 17 anos e o interesse pela profissão surgiu por acaso. Ela nem imaginava que aos poucos iria se apaixonar. “Eu acho importante e interessante a nossa atuação. Acho que a gente consegue fazer muito pelo paciente. Os resultados aparecem e nos enchem de orgulho”, destaca.

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