Edvaldo forma maior coligação e consolida favoritismo na disputa eleitoral deste ano

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, candidato à reeleição pelo PDT, saí das convenções partidárias com o trunfo de ter formado a maior coligação para as eleições deste ano na capital sergipana. São dez partidos engajados para garantir um novo mandato ao atual prefeito do principal colégio eleitoral do estado.

Além do PSD de Katarina Feitoza, candidata à vice de sua chapa, Edvaldo costurou a manutenção do apoio do MDB, Progressitas, PC do B, PSC e SD, e agregou à sua coligação o PV, Podemos e Republicanos. Isso lhe rendeu o maior tempo de propaganda gratuita eleitoral no rádio e na TV e um exército de candidatos a vereador engajado à sua campanha.

Do outro lado do ringue, pleiteando a cadeira hoje ocupada por Edvaldo, há dez candidatos. Entretanto, apenas três dessas candidaturas conseguiram formar coligações – a de Rodrigo Valadares (PTB/PSL/Patriota), a de Danielle Garcia (Cidadania/PSB/PL/PSDB) e a de Márcio Macedo (PT/PROS/Rede), este último numa chapa puro sangue.

Isso significa que 70% da oposição a Edvaldo entra na disputa sustentada por partidos nanicos e sem representatividade e força eleitoral para potencializar os nomes que encabeçam as chapas majoritárias, a exemplo dos candidatos Lúcio Flávio (Avante), Paulo Márcio (DC) e Almeida Lima (PRTB).

Quanto aos três candidatos que conquistaram o apoio de partidos além do qual estão filiados, chama a atenção, sobretudo, o caso de Danielle Garcia, cujo mote da candidatura é a renovação política. Filiada ao Cidadania do senador Alessandro Viera, ela foi buscar justo no PSB dos Valadares o candidato a vice, numa costura feita com os irmãos Eduardo e Edvan Amorim (PSDB/PL).

O petista Márcio Macedo, depois de implorar pelo apoio de Jackson Barreto e tentar, sem sucesso, fazer de Henri Clay (Rede) seu candidato a vice, teve de se contentar com Ana Lúcia (PT) ocupando a vice da chapa, ex-deputada que já havia declarado ter chegado o fim de sua carreira política, em 2018. Rede e PROS, como se viu, nem nome para compor como vice tiveram para apresentar.

Rodrigo Valadares (PTB) conseguiu atrair apenas o apoio do Patriota, pois o PSL já estava assegurado, haja vista o partido ser presidido pelo seu irmão, Fábio Valadares. Apesar de contar com bom tempo de propaganda eleitoral e recursos do fundão eleitoral, Rodrigo não chega a ameaçar seu principal rival, pois nada tem a apresentar, além de críticas rasas e propostas inexequíveis.

Com isso, dentre os três que poderiam fazer frente a Edvaldo, tem-se Danielle Garcia aliada a velhas figuras da política propondo renovação, com discurso contraditório; Márcio Macedo isolado politicamente, com apoio apenas de petistas; e Rodrigo Valadares tentado diálogo com somente uma parcela do eleitorado, que se mostra, aliás, minoritária.

Ou seja, afora o otimismo dos partidos que encabeçam as dez chapas majoritárias homologadas nas recentes convenções para enfrentar Edvaldo, nenhum dos nomes postos reúne cabedal suficiente para ameaçar o projeto de reeleição do prefeito, o qual tem apresentado as realizações de seu governo, como as obras espalhadas por toda a cidade, como credenciais para renovar o mandato.

Reprodução autorizada mediante citação da fonte: Imprensa 24h

 

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