Festival de Artes de São Cristóvão marca culturalidade e gera econômia

O 36º  Festival de Artes de São Cristóvão encerrou neste domingo, 18, e ficou marcado pela diversidade cultural de músicas, artes, danças teatros e outros, consagrando-se como a maior representatividade cultural sergipana. 

O evento contou com um público de mais de 50 mil pessoas em 4 dias de festa. Para o prefeito, o Festival saiu como o esperado e não pode mais parar. 

 “O FASC foi o que programamos pra ser: arte, cultura, emoção, tudo isto num lugar livre, onde todos puderam viver sem preconceitos. Pudemos ver que estamos no caminho certo e que o FASC não deve nunca mais parar de acontecer. Foram quatro dias de emoção, amor e música, e acima de tudo, resistência. Agradecemos nossos apoiadores, patrocinadores e todos aqueles que ajudaram o maior evento cultural de Sergipe acontecer de forma tranquila”, relatou. 

Para Deise Barroso, a atual edição do festival foi um divisor de águas comparado com as demais. “Sou suspeita pra falar, pois adoro o FASC, mas achei esta edição muito mais especial que as passadas. Tivemos mais diversidade e culturalmente falando foi tudo muito lindo. A cidade ganhou, os moradores ganharam, a cultura sergipana se fortaleceu com esses espaços e certamente a arte no Brasil também”, avaliou.

Além da grande representatividade cultural, o FASC estimula a economia local. Foram mais de 300 comerciantes fixos (e ambulantes) que se estabeleceram na cidade durante os quatro dias.  

Nesta edição, o número de vendas aumentou e vem gradativamente atraindo mais e mais comerciantes. 

“É meu segundo ano vendendo aqui na festa e este ano as vendas foram melhores que ano passado. Provavelmente ano que vem eu retorne para trabalhar de novo aqui no comércio”, avaliou Edilene Santana. 

 

 

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