Há mais de um ano, Hospital Unimed contribui significativamente para o enfrentamento da Covid em Sergipe

Há pouco mais de um ano do início da pandemia, o país passa pela maior crise sanitária e hospitalar da sua história, segundo a Fiocruz. Em Sergipe, em meio a tantos altos e baixos, o estado vive a pior fase desde a chegada dos primeiros casos. Dentro das unidades hospitalares, a realidade desordenada sobre o vírus causador da Covid-19 é jogada, duramente, na cara até de quem não está ali por causa dele.
Em meio à luta pelo fim da pandemia e para salvar vidas, o Hospital Unimed, localizado na capital sergipana, tem travado uma verdadeira luta para acolher os seus clientes e prestar o serviço devido a cada paciente. Atualmente, o hospital conta com quase 30 leitos de UTI ocupados por pacientes com o novo coronavírus. Desde o início das internações, a instituição hospitalar não tem medido esforços para contribuir significativamente com o controle da pandemia no estado.
Ao lembrar da primeira onda da doença, o diretor financeiro-administrativo da Unimed Sergipe, o médico Alvimar Rodrigues Moura, lamenta as perdas de colegas da área da saúde e reconhece todo o esforço dos trabalhadores que lidam diretamente com a doença do Hospital. “Perdemos alguns colegas, outros se afastaram porque ficaram doentes, mas graças a Deus voltaram para o campo de batalha de maneira heroica. A alegria dos nossos colaboradores a cada alta, através de atos simbólicos, foi algo muito positivo pra gente no sentido do cumprimento do nosso dever. Devido a todo o esforço, tivemos o reconhecimento do Sistema Unimed pelo serviço prestado, apresentamos os resultados e fomos aplaudidos por isso”, diz.
Há pouco mais de um mês na direção técnica do Hospital Unimed, o médico Luccas Chagas, afirma, com firmeza, que os principais desafios enfrentados pelo hospital nesta segunda onda da pandemia são os aumentos crescentes do número de diagnósticos e a procura pelo atendimento de urgência. “Essa alta demanda tem feito com que tenhamos que ampliar a capacidade de leitos do hospital semana após semana e aumentarmos a capacidade de atendimento a pacientes graves, entubados. E, quando falo em ampliar, não é apenas criar espaços físicos, que já estamos fazendo, mas também buscar profissionais para equipes multidisciplinares e conseguir equipamentos, algo que todos os hospitais estão tendo muita dificuldade”, ressalta.
Contribuição para Sergipe 
Durante a pandemia onde o principal inimigo é invisível, tem alto risco de transmissão e, em caso de contágio, a pessoa pode não apresentar sintomas e mesmo assim transmitir para outras pessoas, a única maneira de identificar e controlar o movimento de pessoas contaminadas é realizando o teste em massa. O Hospital Unimed foi a primeira instituição privada a montar um laboratório de biologia molecular para realização dos exames RT-PCR em Sergipe. “Os resultados desse investimento são muito positivos. 16 % da população foi testada por meio do nosso laboratório. Temos obtido bons resultados  e isso mostra a nossa contribuição com a população sergipana”, explica Alvimar.
A força-tarefa continua
A pandemia continua avançando e, cada vez mais, modificando o perfil de pessoas que precisam do internamento. Constantemente fazendo adaptações, o Hospital segue acolhendo seus clientes e prestando o serviço da melhor maneira possível. “A segunda onda começa a crescer em dezembro, com um público diferente, mais jovem, está cada vez mais complicado. Precisamos da ajuda das pessoas para que se conscientizem, evitem aglomerações, usem máscaras, lavem suas mãos, usem álcool em gel. Tudo isso é necessário para que possamos controlar essa pandemia”, alerta o diretor da Unimed, Alvimar Moura.
Reconhecimento
Ao longo do ano, milhares de pessoas passaram pelo Hospital em busca de um atendimento de qualidade e atenção médica nesse momento de incertezas. A bancária Mariana Amaral acompanhou de perto o internamento da sua mãe, a médica Rosângela Amaral, que recebeu o atendimento da unidade hospitalar durante oito dias.
“O serviço da Unimed foi humano e incrível. As equipes de urgência e internamento nas alas de síndromes gripais foram muito atenciosas e zelosas do fundamental papel desempenhado por elas.
Da turma da copa ao corpo médico, simplesmente incríveis. Sentimo-nos acolhidas em um momento de grande tensão, uma vez que minha mãe estava com sintomas e quadro clínico que inspirava preocupação. Nominar é tarefa desafiadora, mas não poderia deixar de citar o carinho e cuidado das médicas Dra. Patrícia Carla, Dra. Ana Paula Argolo, do enfermeiro Agustinho, das técnicas e técnicos, dos meninos maravilhosos dos serviços gerais”, agradece Mariana Amaral.
Ascom Unimed

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