Para Maria do Carmo é preciso potencializar os mecanismos de proteção à mulher

A cada 80 segundos, uma mulher, em qualquer parte do país, é amparada por medidas protetivas, garantidas pela Justiça para protegê-las quando expostas à situação de risco e vulnerabilidade. O número está em levantamento no Monitor da Violência e representa um aumento de 14%, comparando-se com 2020, quando foram registradas 169,8 mil solicitações entre janeiro e junho.  No mesmo período deste ano, foram 193,2 mil.

O relatório, também, mostra um acréscimo na quantidade de medidas protetivas concedidas. No primeiro semestre de 2020 foram 132 mil; em 2021, 152 mil. A diferença representa uma alta de 15%, num comparativo entre os períodos.  “São números estarrecedores e que muito nos preocupam. Há todo um aparelhamento à disposição, mas não é suficiente. Precisamos adotar todo e qualquer mecanismo que ajude a proteger essa mulher que está vulnerável em todos os ambientes”, defendeu a senadora, autora do Projeto de Lei do Senado (PLS) 119/2015, que altera a Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) para dispor sobre o uso do botão do pânico no cumprimento de ações de proteção à mulher.

Para ela, ao tempo que este é um sinal de que as mulheres estão procurando mais ajuda, nos últimos anos, “é desesperador verificar que um grande contingente delas enfrenta diuturnamente esse problema, que é sério e está enraizado em todas as camadas da sociedade”. Maria entende ser imprescindível continuar com todas as iniciativas para esclarecer à população sobre a seriedade do problema, bem como criar mecanismos que coíbam qualquer tipo de violência contra a mulher. “Uma das ações para garantir a efetividade das medidas protetivas de urgência, é a entrega do botão do pânico à ofendida”, destacou.

 

 

 

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