Paratletas sergipanos são contemplados com recursos financeiros do bolsa atleta federal

Os paratletas sergipanos têm muito o que comemorar. O motivo é que dezesseis deles foram contemplados com o benefício do bolsa atleta e receberão recursos federais, que auxiliarão na manutenção da prática esportiva de alto rendimento e servirão de reforço na compra de equipamentos e material esportivo, na alimentação e no transporte para os locais de treinamento. Foram 16 bolsas-atleta, cujos valores variam de R$ 370,00 a R$ 1.850,00, que é a bolsa do paratleta de nível internacional.

O paratletismo sergipano está em franco desenvolvimento, com paratletas se revelando com a conquista de medalhas em competições estaduais, regionais, nacionais e até internacionais e destaques nos Jogos Paralímpicos Brasileiros. Na última edição dos Jogos Regionais Norte-Nordeste Caixa, no Recife, Sergipe conquistou 59 medalhas.

Dedicação

Em Sergipe, o desporto paralímpico tem à frente o professor Antônio Ferreira de Melo Junior, ou simplesmente Ferreirinha, um exemplo de dedicação à causa. Desde 2009, o professor Ferreirinha desenvolve um trabalho de qualidade com alunos das escolas públicas.

Uma das joias do professor Ferreirinha é a paratleta Luciele Caroline, de 15 anos, aluna do Centro de Referência Vitória de Santa Maria. Em 2019 ela representou o Brasil no Campeonato Jovem de Atletismo na Suíça, conquistando uma medalha de prata, no arremesso do peso, com a marca de 11.76m.

“Com esses recursos eles podem comprar sua sapatilha, o tênis, a camiseta, um agasalho. Eles investem dentro do próprio esporte, para que possam se manter cada vez mais melhores e competitivos. Isso é importante para que eles se valorizem cada vez mais e percebam que essa conquista pode produzir neles um desenvolvimento maior”, comentou o professor Ferreirinha.

Carolina é a única paratleta sergipana com a bolsa-atleta internacional e a mais cotada para representar o país nos Jogos Paralimpicos deste ano no Japão. “Meu grande sonho é participar de mais uma competição internacional, e agora, mais experiente, brigar mais ainda pela medalha de ouro”, disse Carolina.

Segundo Ferreirinha, o bolsa-atleta deste ano é referente às competições 2019 e 2020 realizadas até 15 de março de 2020, no Circuito Loterias Caixa Brasil Regional Norte/Nordeste.

Foram contemplados com cinco bolsas-atleta no valor de R$ 370,00 por meio das Paralimpíadas Escolares 2019 os jovens: José Weder – EMEF Monsenhor Alberto Bragança – Laranjeiras 2º. lugar nos 250m T11; Iasmin do Nascimento – Colégio Estadual Ivo do Prado – 2° lugar nos 400m T11; Tarcísio Alves – Colégio Estadual Glorita Portugal – 1° lugar 250m cadeira de corridas T54; Raquel Vitória – EMEF Antônio Ferreira Carvalho – Capela – 1° lugar no Arremesso de peso – F42; Eronildes Santana -Escola Estadual Senador Leite Neto – 1° lugar no lançamento de dardo – F46.

Foram 10 bolsas nacionais no valor de R$ 925,00 para os paratletas: Yasmin Moura – Escola Estadual Senador Leite Neto – 1° lugar nos 100m – T33; Anny Beatriz Rocha – Colégio Estadual 24 de Outubro – 1° lugar nos 100m – T53; Alisson da Silva – Ex-aluno do Francisco Portugal – 3° lugar no salto em distância – T36; Bruno Marco – Ex-aluno do Francisco Portugal – 3° lugar no lançamento de disco – F46; Jadson Santos Souza – Ex-aluno da Escola Estadual Senador Leite Neto – 1° lugar nos 1.500m – T20; Victor dos Santos Barreto – Escola Estadual Senador Leite Neto – 2° lugar nos 200m na RR1; Ronald Vitório – Colégio Estadual Gonçalo Rollemberg – Japaratuba – 1° lugar no salto em distância – T45; Kelianny dos Santos – Escola Senador Leite Neto – 1° lugar nos 800m T11; Sara Bispo – Colégio Estadual Francisco Rosa – 2° lugar no arremesso de peso – F46; Tainá Freitas – Colégio Estadual Leão Magno Brasil – Nossa Sra. do Socorro – 1° Lugar lançamento do dardo – F44.

E uma bolsa internacional no valor de R$ 1.850,00 para Luciele Caroline do Centro de Excelência Vitória de Santa Maria – 2° lugar no arremesso de peso em Suíça – F20 no Mundial da Suíça.

“Essa conquista do bolsa-atleta é fundamental para que eles acreditem cada vez mais que o instrumento esporte é valioso no processo de inclusão, socialização e rendimento, para obtenção de recurso a fim de dar continuidade e melhorar cada vez mais seu desenvolvimento”, concluiu Ferreirinha.

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Assessoria de Comunicação da SEDUC – ASCOM

 

 

 

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