Prefeitura de Aracaju instala contêineres e amplia atendimento para síndromes gripais

Teve início, na última sexta-feira (3), o funcionamento dos contêineres para atendimento de pacientes com síndromes gripais na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Fernando Franco, no conjunto Augusto Franco. Com essa medida, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), amplia o atendimento a esse tipo de paciente e mantém um controle maior, por meio da triagem dessas pessoas pelos profissionais de saúde, sobre os casos, seja um simples resfriado ou uma contaminação pela covid-19.
O fluxo no Fernando Franco foi alterado e, assim, todo paciente que apresenta sintomas de síndromes gripais são atendimentos exclusivamente nos contêineres, como explica o coordenador da Rede de Urgência e Emergência (Reue) da SMS, Júlio César Lima.
“Estamos num momento em que há a previsão de aumento no número de casos de síndromes gripais. Com essa medida, a gente acaba tendo outras portas de acesso e não superlota as unidades hospitalares, e damos todo o suporte. Para o hospital, é muito importante porque separa os fluxos e tira o risco desses pacientes transmitir um quadro de gripe para pessoas com outros tipos de enfermidades. Todo o protocolo de proteção do paciente é cumprido, com uso de máscaras e distanciamento, além de todo o aparato para a equipe. Existe um contêiner que está destinado a atendimento médico, o paciente dá entrada na unidade, fazendo a fixa na recepção que tem numa guarita, passa por uma profissional de enfermagem, que faz uma avaliação rápida, com verificação dos sinais vitais, da condição do paciente. Em seguida, ele é encaminhado para o atendimento médico”, detalha Júlio César.
De acordo com coordenador, toda a triagem desses pacientes com sintomas de síndromes gripais é feita pelas equipes dos contêineres. Seguindo a escala, os contêineres contam com um médico, um enfermeiro e quatro técnicos ou auxiliares de enfermagem.
“Estando estável, apenas com quadro gripal, sem nenhum tipo de alteração, o médico, normalmente, faz o encaminhamento para isolamento domiciliar. Se tiver alguma queixa leve, como uma dor de cabeça, ele tem um segundo contêiner, onde tem uma equipe de enfermagem que aplica a medicação. Se tiver complicação, algum quadro que indique gravidade, aí ele vai para os leitos de retaguarda”, resaslta Júlio.
Leitos de retaguarda
O coordenador da Reue esclarece, ainda, que os leitos de retaguarda foram montandos no Cemar Augusto Franco, localizado aos fundos da UPA.
“Como algumas áreas do Cemar foram fechadas, organizamos sete leitos de retaguarda no local, com toda a estrutura para atender pacientes em casos mais críticos, com equipe médica e de enfermagem. Nosso intuito é munir a população de opções e não expor pessoas sem síndromes gripais à contaminação”, pontua Júlio César.
Os contêineres, assim como os leitos de retaguarda, funcionam todos os dias, 24 horas.

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