Prefeitura de Aracaju leva sessão de cinema a moradores do Santa Maria e 17 de Março

A ida ao cinema pela primeira vez foi o que moradores dos bairros Santa Maria e 17 de março vivenciaram, nesta quarta-feira, 28, ao participarem do “Cinema na Comunidade”, no Cine Teatro Hunald Fontes de Alencar, no complexo do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) Maria Diná, no 17 de Março.

Esta é a atividade de número 43 do Projeto de Trabalho Social (PTS), uma iniciativa da Prefeitura de Aracaju, acompanhada e monitorada pela Coordenação da Área Social (UCP), da Secretaria Municipal da Assistência Social, dentro do “Programa de Requalificação Urbana da Região Oeste de Aracaju – Construindo para o Futuro”, a partir do qual o Município está executando um conjunto de obras de infraestrutura com recursos do financiamento superior a R$400 milhões, viabilizado junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
De acordo com a assistente social do PTS, Ana Flávia Oliveira, o “Cinema na Comunidade” será realizado durante três meses e tem como público-alvo adolescentes a partir dos 14 anos de idade e adultos, moradores dos bairros Santa Maria e 17 de Março.
“Realizaremos a atividade nos meses de julho, agosto e setembro abordando o eixo Mobilização, Organização e Fortalecimento Social. A ideia é trabalhar temas sociais presentes em nosso dia a dia como o racismo, violência contra a mulher, gênero e sexualidade, preconceito, religiosidade, entre outros, para que as problemáticas possam ser refletidas e combatidas dentro do território”, explicou.
Em sua primeira exibição, o “Cinema na Comunidade” reproduziu o filme brasileiro M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, escolhido pela equipe do PTS para abordar o racismo. Segundo o psicólogo do Programa, Felipe Resende, o público terá a oportunidade de escolher os próximos conteúdos audiovisuais.
“Pensamos em oportunizar aos comunitários o primeiro contato com o cinema a partir desta atividade porque muitos não têm a oportunidade de assistir a um filme em uma tela grande. Escolhemos esta primeira reprodução, mas nos próximos, eles terão a liberdade de fazer a escolha a partir de uma seleção feita pela nossa equipe e debater conosco sobre o tema. Tudo isso, acompanhado de pipoca, refrigerante, de forma animada e lúdica”, destacou Felipe.
O Centro de Integração Raio do Sol (Ciras), localizada no bairro Santa Maria, também esteve presente. A instituição não governamental é referência no tratamento de reabilitação e assistência de pessoas com deficiência.
Para a fonoaudióloga do Ciras, Élida Lopes, o momento é válido.“Considero esse momento importante porque promove a inclusão social inserindo as pessoas com deficiência dentro da comunidade, reforçando a valorização da cultura e do cinema em nossa sociedade”, contou.
O usuário do Ciras Marcos Evangelista, que possui Transtorno Específico do Desenvolvimento Motor, foi um dos assistidos que participou da atividade. “Não conhecia esse espaço aqui no Cras, gostei muito. O filme me deixou pensativo e fez lembrar quando eu ia ao cinema, antes da pandemia. Assisti do começo até ao final”, contou.

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