Processo de digitalização do acervo cartográfico do Arquivo Municipal é concluido em Aracaju

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), em parceria com a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), finalizou, neste mês, o processo de digitalização do acervo cartográfico do Arquivo Municipal da cidade. A ação tem o objetivo de salvaguardar os cerca de quatro mil arquivos e torná-los mais acessíveis para a população.
As peças cartográficas, que possuem grande diversidade de formato, tamanho, apresentação e estado de conservação, são oriundas de diversos órgãos. Os documentos mais antigos, a exemplo de plantas de obras e prédios públicos, de casas antigas, até mesmo plantas de bairros projetados, como Atalaia e Coroa do Meio, são datados da segunda metade do século XIX, após a emancipação política da capital.
Além de garantir a integridade e zelar pela preservação da história contida nesse material, todo esse processo de digitalização, realizado em parceria com a Secom, teve custo zero ao erário público.
A digitalização aconteceu da seguinte forma: todos os arquivos foram fotografados; em seguida, receberam tratamento em programa de edição de imagem e depois foram guardados em mídia no formato DVD. A partir do mês de abril de 2021, os arquivos estarão disponíveis à população, a partir de solicitação encaminhada à Funcaju, que projeta, futuramente, disponibilizar o material no site da Fundação.

O presidente da Funcaju, Luciano Correia, demonstra satisfação com o processo. “A digitalização dos conteúdos do nosso Arquivo Municipal já era uma prioridade inadiável, mas a pandemia abreviou essas decisões que estamos efetivando. Primeiro, com a digitalização e, depois, com o acesso universalizado. A memória da vida administrativa, social e cultural de Aracaju ficará mais acessível, com o uso das tecnologias”, afirma.
O coordenador do Arquivo Público, César Portantiolo Maia, destacou que esse serviço tem dois aspectos importantes. “O primeiro deles é a salvaguarda desses arquivos, ou seja, ter uma cópia de segurança desses arquivos caso aconteça algum incidente”, explica.
“O segundo aspecto é o acesso ao público, no sentido de democratização da informação, porque, agora, com esse material digitalizado, a gente tem a possibilidade, no primeiro momento, se alguém precisar da cópia da planta do mercado público de Aracaju, por exemplo, se essa pessoa estiver em São Paulo ou em Paris, nós temos como enviar uma cópia. Num projeto futuro, esse material será disponibilizado numa plataforma online, ou em um site. Isso ainda está em processo de estudo”, completa César Portantiolo.

 

 

 

 

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